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25 de junho de 2008

Obesidade

Cerca de 31% das crianças e jovens entre os dez e os 18 anos têm excesso de peso ou são obesos. São dados de um estudo nacional sobre obesidade que vão ser revelados num encontro organizado pela Plataforma Nacional contra a Obesidade, e que começa esta manhã em Lisboa.

As conclusões desta investigação, que analisou mais de cinco mil e quinhentas crianças e adolescentes, não surpreendem João Breda, o responsável pela Plataforma contra a Obesidade: “A verdade é que [este estudo] vem confirmar uma prevalência muito elevada de excesso de peso entre os adolescentes portugueses, o que não nos espanta”.

Fonte: Rádio Renascença

12 de junho de 2008

Tabaco rouba cinco anos de vida

Muito se tem falado dos malefícios do tabaco e há cada vez mais evidências de que os factos afinal são bem reais e não uma estratégia que apenas visa levar as pessoas a deixarem o vício. Por exemplo, o tabagismo encurta a vida dos homens e das mulheres em pelo menos cinco anos, segundo uma nova estimativa dos riscos de mortalidade ontem publicada nos Estados Unidos pela revista do Instituto Nacional do Cancro.

Para os homens que fumam, o risco de morrer de cancro do pulmão depois dos 60 anos é mais elevado que o de morrer de doença cardiovascular, de acordo com estes dados. Em contrapartida, para os que nunca fumaram, a probabilidade de morte por doença cardiovascular ultrapassa em qualquer idade a de morte por cancro do pulmão, cólon ou próstata.

Entre as fumadoras, os riscos de morrer de cancro do pulmão ou de doenças cardiovasculares são mais elevados até aos 40 anos do que os de morrer de cancro da mama, ao passo que entre as não fumadoras o risco de morte por doenças cardiovasculares é equivalente ao de sucumbir por cancro da mama até aos 60 anos.

Todavia, em qualquer idade, os homens têm um risco maior de mortalidade, juntando todas as causas, do que as mulheres, segundo este estudo.

Para chegar a este mapa das causas de mortalidade nos próximos dez anos, os investigadores recorreram a estatísticas dos Centros Nacionais de Saúde dos Estados Unidos. Enfim, dados que devem fazer pensar todos quanto perfilham o vício do tabaco.

Fonte: Jornal O Primeiro de Janeiro

Comentário:"Querer deixar de fumar e decidir fazê-lo são os passos mais importantes. Mas passar à prática exige esforço e auto-disciplina. Algumas rotinas poderão facilitar a tarefa. Encontra todas as informações através do Portal da Saude "

5 de junho de 2008

Doença cardiovascular mata uma em cada três mulheres

As doenças cardiovasculares causaram a morte a 22 mil mulheres em 2007, revela a Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC). Estas patologias afectaram, nesse ano, mais quatro mil mulheres do que homens, sendo actualmente nove vezes mais fatal do que o cancro da mama. O impacto destas doenças tem motivado a intervenção de várias sociedades e instituições.

A campanha Mulheres de Vermelho, promovida pela FPC, visa alertar as mulheres entre os 40 e os 60 para a necessidade de fazerem rastreios e mudarem estilos de vida. Ontem, a secretária de Estado da Reabilitação, Idália Moniz, foi fazer os exames no Ministério do Trabalho, em Lisboa.

O acidente vascular cerebral e o enfarte do miocárdio matam, em conjunto, nove vezes mais mulheres do que o cancro da mama, frisa a Fundação Portuguesa de Cardiologia.

No caso da alimentação, há medidas em estudo, como a redução do teor do sal em alimentos ou a restrição da venda de determinados produtos em máquinas. Quanto ao desporto, Idália Moniz admite haver "mais pessoas a praticar exercício físico, mas o número é manifestamente insuficiente". Sobre as críticas de falta de espaços para o exercício, é peremptória: "Andamos permanentemente a deitar as culpas à falta de espaços, quando vemos em todo o mundo aglomerados de pessoas a praticar sem estruturas. Penso que falta aos portugueses um bocadinho de força de vontade".

Fonte: Jornal Diário de Notícias

6 de maio de 2008

Estudo desvenda efeitos do LCD no cérebro

Tanto o LSD como outras drogas alucinogénias causam um conjunto de distorções na percepção da realidade por parte de quem as utiliza.

Segundo o estudo publicado na Neuron por cientistas da Escola de Medicina Monte Sinai, em Nova Iorque, há indícios de mecanismos de acção comuns quer aos efeitos do LCD, quer de outras drogas, como as usadas há milénios por tribos indígenas.

Stuart Sealfon, líder da investigação, adiantou que "é importante frisar que o quadro ainda não está totalmente claro", mas, acrescentou, "é consistente com os efeitos que vemos".

O LSD (dietilamida de ácido lisérgico), assim como a mescalina (droga oriunda de cactos e usada originalmente pelos índios do sudoeste dos EUA), bem como outros tipos de alucinogénios, afectam o mesmo sistema neurológico, conhecido pela sigla 2AR.

Estas drogas levam a que o sistema funcione muito acima do que seria normal. No entanto, outras substâncias sem nenhum efeito alucinógeno também agem sobre ele.
Então, foram levadas a cabo diversas experiências em animais a fim de determinar quais as diferenças de acção das substâncias, alucinogénias ou não, sobre os receptores neurológicos...

Fonte: Mundo PT

30 de abril de 2008

Dor da mulher é mais ignorada e subvalorizada que a do homem

A dor das mulheres é subvalorizada em relação à dos homens, sendo considerada menos genuína e grave pelos profissionais de saúde, principalmente pelos profissionais do sexo masculino, segundo um estudo do ISCTE divulgado hoje.

O estudo, realizado a 205 estudantes de enfermagem e concluído no final do ano passado, mostra que a dor das pacientes do sexo feminino é julgada como menos genuína e a sua situação clínica considerada menos grave e urgente que a do homem.

"O projecto partiu de constatações de outros estudos que mostravam que as mulheres relatavam sentir mais dores que os homens e que a sua dor era mais vezes sub-diagnosticada que a dos homens", explicou Sónia Bernardes, investigadora no Centro de Investigação e Intervenção Social no ISCTE e autora do estudo "Os enviesamentos de sexo nos julgamentos sobre dor lombálgica".

No entanto, só com este estudo se percebeu quais os factores que podem influenciar a apreciação da dor dos pacientes, nomeadamente em que medida o tipo de dor, a forma como o doente apresenta a sua dor e o sexo de quem julga influenciam a ocorrência de enviesamentos de sexo nos julgamentos. A investigadora chegou à conclusão de que "a dor da paciente do sexo feminino é julgada como menos genuína e a sua situação clínica como menos grave e urgente que a do homem" em contextos de dor aguda e de curta duração ou na ausência de manifestações explícitas de ansiedade.

Perante estas conclusões, Sónia Bernardes sublinha que "as evidências mostram que embora as mulheres reportem sentir mais dores que os homens ao longo das suas vidas, as suas dores são frequentemente desvalorizadas, sub-diagnosticadas ou sub-tratadas comparativamente com as do sexo masculino".

Este estudo é um dos últimos da tese de doutoramento que começou há cerca de quatro anos e que deverá ser entregue ainda este verão. O estudo está enquadrado num projecto de investigação mais amplo financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.

Fonte: Jornal o Público

22 de abril de 2008

Exame e diagnóstico de cancro da mama num dia

Realizar num único local e num só dia todos os exames necessários para o diagnóstico e, caso seja necessário, ter uma proposta de terapêutica para as doenças da mama é a nova aposta do Hospital de S. João, no Porto, ao inaugurar, hoje, a Unidade Especializada de Diagnóstico do Cancro da Mama, apoiada pela Laço.

Trata-se da primeira unidade do género em Portugal que reúne todas as especialidades em patologia mamária numa equipa única. "Assim, as mulheres, em vez de andarem por três ou quatro serviços, e terem de ir ao hospital várias vezes para realizar diferentes exames e saber os resultados e, depois, obterem uma orientação de tratamento, fazem tudo num só dia, nesta unidade", explicou Francisco Pimentel, coordenador da especialidade.

A consulta é iniciada por um médico de Cirurgia, que faz a primeira observação. Segue-se a radiologia onde são feitas as mamografias, ecografias e, em caso de necessidade, as biópsias. Para uma avaliação rápida deste último teste, especialistas em Anatomia Patológica também fazem parte da equipa. "É imperioso criar um circuito que não obrigue a mulher a esperar por um diagnóstico. A angústia da espera não faz qualquer sentido", sublinhou Francisco Pimentel.

Nesse sentido, a nova unidade terá também uma consulta de risco de cancro da mama e do ovário. "Trata-se de uma consulta de aconselhamento genético e de hereditariedade, isto é, uma mulher jovem a quem foi detectado cancro da mama, que quer saber o que deve fazer em relação à sua filha, ou que tem um historial na família próxima de cancro da mama ou do ovário, nesse espaço terá um aconselhamento", disse Francisco Pimentel.

Fonte: Jornal de Notícias

18 de abril de 2008

Filhos saudáveis para rapazes com cancro

As crianças de sexo masculino afectadas por doenças oncológicas poderão ver nas células estaminais uma solução para a sua fertilidade futura, revelou ontem Mário de Sousa, especialista em medicina de reprodução.

Um novo estudo, realizado em indivíduos adultos do sexo masculino que em crianças foram afectados por uma doença cancerígena, conclui que ao isolar células estaminais progenitoras antes da realização da quimioterapia se pode mantê-las vivas e férteis.

"Por enquanto, conseguimos dividir as células, talvez daqui a dois anos possamos dizer que alcançámos a sua purificação total, conseguindo que estes adultos, que sofreram de doenças cancerígenas em crianças, possam ter filhos completamente saudáveis", disse o especialista, que falava no âmbito do IV Ciclo de Conferências do Instituto Superior de Ciências da Saúde do Norte (ISCS-N).

O director do Serviço do Laboratório de Biologia Celular do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) frisou que este novo estudo surgiu graças ao desafio de uma médica norte-americana que lhe pediu que se "dedicasse às suas crianças de oncologia".

Devido ao elevado custo destes tratamentos nos centros privados de reprodução assistida, os casais mais desfavorecidos economicamente são os que recorrem aos hospitais públicos e, por isso, são os que mais necessitam do banco público.

Fonte: Diário de Notícias

10 de abril de 2008

Síndrome de Gilbert

A Síndrome de Gilbert é muito frequente e ocorre em 5 a 7% da população. É causada por uma mutação no gene UGT-1A1, localizado no locus 2q37 (sendo a mutação mais freqüente a (TA)7TAA, que está presente em até 36% dos africanos e 7% dos asiáticos). Como resultado da mutação (que tem mecanismos variados de herança), a atividade da enzima UDP-glucuronil-transferase está reduzida em graus variados (o que faz com que a síndrome se manifeste diferentemente de pessoa para pessoa), mas geralmente em torno de 25% do normal, reduzindo a transformação da bilirrubina indireta (não conjugada) em bilirrubina direta (conjugada).

Em situações onde há redução mais acentuada da atividade da enzima, como na adolescência em meninos (fatores hormonais), após exercícios físicos, durante a menstruação e episódios de infecções e no jejum prolongado, a bilirrubina indireta no sangue pode aumentar o suficiente para deixar pele e olhos amarelados (icterícia).

O único inconveniente mais sério da síndrome é que algumas drogas que necessitam da UDP-glucuronil-transferase para a sua metabolização podem ter o seu efeito prolongado, mas isso não significa lesão ao fígado. Isso é mais importante em relação a alguns quimioterápicos (medicações para câncer). O uso de álcool ou do roacutan (isotretinoína) não está contra-indicado em portadores.

A Síndrome de Gilbert não é contagiosa, não leva a doença do fígado nem a complicações a longo prazo. O único inconveniente é a icterícia em uma minoria dos portadores ou pelo uso de fenobarbital sob acompanhamento médico se a icterícia for frequente ou intensa o suficiente para causar desconforto estético. Não impede o uso do álcool, que terá o mesmo efeito em portadores e não portadores (e deve ser utilizado com moderação por todos), nem a doação de sangue.

31 de março de 2008

AVC matam dois portugueses por hora

Os acidentes vasculares cerebrais mata dois portugueses em cada hora e dos que lhes sobrevivem, mais de metade ficam com elevado grau de incapacidade. Informações preocupantes, que levaram a Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral (SPAVC) a assinalar o Dia do Doente com AVC, dia 31, com uma grande campanha de sensibilização para aquela que é a primeira causa de morte em Portugal.


Segundo a SPAVC as dimensões do problema no país são alarmantes, sendo a taxa de mortalidade por AVC em Portugal a mais elevada da União Europeia. Devido a este problema são internados todos os anos mais de 25 mil pessoas.

Para fazer frente ao problema, a associação pretende sensibilizar a população com a ajuda da Farmalux. Em todo o país serão levadas a cabo acções de informação, com rastreio dos principais factores de risco e sessões informativas.

Este ano, serão organizadas sessões em Odivelas, no Porto, em Braga, Santarém, Ponte de Lima, Macedo de Cavaleiros e Covilhã. Em todas a ideia essencial é passar a mensagem de que a prevenção é fundamental e que um AVC deve ser considerado uma urgência.

Fonte: Diário Digital

25 de março de 2008

Eutanásia é "falha deontológica grave"

Suicídio medicamente assistido continua a ser um dos temas mais polémicos do novo documento. Bastonário da Ordem dos Médicos é contra a prática mas garante que, "se um dia o país aceitar", "não se poderá punir um médico que mate um doente".

Alguns médicos portugueses defendem a eutanásia, mas esta continuará a ser proibida pelo novo Código Deontológico, disse o bastonário da classe, que é contra esta prática, mas aceita os riscos de morte associados à terapêutica contra a dor.

A Interrupção Voluntária da Gravidez e a eutanásia continuam a ser os temas mais polémicos deste documento, sendo certo que "se ainda há dúvidas sobre a altura em que começa a vida, o fim da mesma está cientificamente provado".

A proibição da eutanásia deverá, assim, manter-se. A redacção actual é explícita ao classificar a prática da eutanásia como "falta deontológica grave".

Fonte: Jornal Expresso

3 de março de 2008

Nova Iorque combate obesidade com bancas móveis de frutas e vegetais


Se for a Manhattan e sentir fome, mas não tiver tempo para uma refeição completa, tem uma alternativa à “fast food”: bancas móveis de frutas e vegetais. Mas as pessoas que vivem nos bairros mais pobres de Nova Iorque, precisamente as que registam as maiores taxas de obesidade, não têm essa possibilidade de escolha, situação que as autoridades locais querem inverter com a instalação de mil “bancas verdes” nessas áreas.

Nesta quarta-feira, a medida foi votada favoravelmente pelo Conselho da Cidade e a sua porta-voz, Christine Quinn, garantiu à Reuters que os nova-iorquinos mais desfavorecidos terão melhor acesso a produtos frescos e naturais o mais tardar na Primavera: “As comunidades na nossa cidade onde a obesidade e a diabetes continuam a subir muito são as mesmas onde falta até o acesso mais básico a frutas e vegetais frescos”.A disparidade entre zonas ricas e pobres é significativa: há mais de quatro mil “bancas verdes” em Nova Iorque, mas a grande maioria situa-se em zonas abastadas, como Manhattan. Os apoiantes da decisão argumentam que os mais pobres estão cercados por lojas de conveniência, que vendem em geral produtos processados e embalados.Os opositores à medida também se fizeram ouvir, e com sucesso relativo, pois os protestos dos supermercados e dos donos de lojas conseguiram baixar o número de autorizações previstas na proposta inicial. “Se as pessoas quisessem esses produtos, as lojas vendê-los-ia e haveria ‘bancas verdes’ nas ruas”, argumentou o conselheiro John Liu.Apesar da pressão dos supermercados e das lojas de conveniência, pelo menos mil novas bancas vão para as ruas dos bairros pobres. Os números são elucidativos do problema: mais de metade dos nova-iorquinos adultos tem excesso de peso e 700 mil sofrem de diabetes, mas, enquanto em Manhattan a taxa de obesidade é de 15 por cento, nos bairros de Harlem, South Bronx e Bedford-Stuyvesant, em Brooklyn, o valor sobre para 27 por cento.Esta não é a primeira medida das autoridades de Nova Iorque para levar os seus cidadãos a terem hábitos mais saudáveis: em 2003, a cidade proibiu que se fumasse em bares em restaurantes, em 2006 proibiu os restaurantes de usaram gorduras trans-saturadas e prepara-se para obrigar as cadeias de “fast food” a indicar a quantidade de calorias nos placards dos seus menus.

Fonte: www.publico.pt ( Peso & Medida )

27 de fevereiro de 2008

Afinal o que é a depressão?

A depressão (também chamada de transtorno depressivo maior) é um problema médico caracterizado por continuada alteração no humor e falta de interesse em atividades prazerosas. O estado depressivo se diferencia do comportamento "triste" ou melancólico que afeta a maioria das pessoas por se tratar de uma condição duradoura de origem neurológica acompanhada de vários sintomas específicos.

Estima-se que cerca de 15 a 20% da população mundial, em algum momento da vida, sofreu de depressão. A depressão é mais comum em pessoas com idade entre 24 e 44 anos. A ocorrência em mulheres é o dobro da ocorrência em homens.

As causas da depressão são inúmeras e controversas. Acredita-se que a genética, alimentação, stress, drogas e outros fatores estão relacionados com o surgimento da doença.

Antidepressivos têm pouco ou nenhum efeito
Afinal, as "pílulas da felicidade" nem sempre se revelam eficazes no tratamento da depressão. Entre as pessoas com sintomas mais ligeiros, sobretudo, os antidepressivos são pouco mais eficazes do que um placebo, embora o sucesso aumente nos casos mais graves da doença.

As conclusões são de um estudo que analisou os dados de 47 ensaios clínicos diferentes (meta-análise) e que foi publicado no jornal Public Library of Science (PLoS) Medicine.

Os investigadores do departamento de psicologia da Universidade de Hull - que reuniram informação publicada e não publicada sobre a classe de medicamentos inibidores da recaptação da serotonina, entre outros-, concluem que estes fármacos apenas devem ser prescritos nos casos mais severos, ou quando os tratamentos alternativos não tiveram resultado.

Esta classe de fármacos, que surgiu nos anos 80, tem menos efeitos secundários do que a anterior (menor toxicidade, por exemplo) e combate a doença através do aumento da quantidade da serotonina no cérebro, associada à regulação do humor, comportamento, memória, entre outros...

Fonte: Diário de Notícias

Comentário:"O consumo de antidepressivos e estabilizadores de humor não tem parado de crescer em Portugal e em todo o mundo. Mas o que é a depressão... Andar triste, não gostar da vida que se tem, falta de humor!? Os médicos antes de pensarem em encher os pacientes de medicamentos, deviam pensar nas causas ou motivos dessas alterações de humor. Existem alturas ou acontecimentos na nossa vida que nos fazem estar tristes, de luto, sem humor, deprimidos... Mas antes de tomar drogas e se tornar um zumbi ou um robô sentimental, pense que pode receitar a si próprio umas saídas com os amigos, uma conversa com familiares, ouvir boas musicas e ler um bom livro ou porque não tirar umas férias... A tristeza não é uma doença mas sim um sentimento que se cura com umas doses de alegria!"

13 de fevereiro de 2008

Música é... vida!

A idéia de que a música afeta a saúde e o bem-estar das pessoas já era conhecida por Aristóteles e Platão. Somente na segunda metade do século 20, porém, os médicos conseguiram estabelecer uma relação entre a música e a recuperação de seus pacientes.

No final da Segunda Guerra Mundial, músicos foram chamados para tocar em hospitais como forma de auxiliar o tratamento dos feridos. Como a experiência surtiu resultados positivos, as autoridades médicas dos Estados Unidos decidiram habilitar profissionais para utilizar criteriosamente a música como terapia.


A música pode representar mais que uma habilidade para tocar um instrumento ou cantar. Pode ser um instrumento de saúde, desenvolvendo potenciais, atuando na prevenção ou no tratamento de questões como o estresse. A musicoterapia é uma modalidade que pode ser usada individualmente, em família ou em grupo.

Por meio dos sons, podemos tocar outras instâncias. É o que mostra a musicoterapia, ao buscar desenvolver potenciais, restaurar funções de saúde do indivíduo através de reabilitação, prevenção ou tratamento. ''É uma modalidade de trabalho que se utiliza da música e de elementos constituintes da música numa relação terapêutica para ajudar a pessoa a atender as suas necessidades. Destina-se a pessoas que têm alguma deficiência, algum distúrbio psíquico como depressão, autismo, esquizofrenia, assim como a atendimentos geriátricos ou pessoas que buscam auto-desenvolvimento''

Música é... vida!
Sendo a música
O alimento
Dos meus ouvidos
Sirvo-me das notas
Salteadas...
Que saboreio
A cada momento
Seja noite
Seja dia
Maravilhoso reconforto
Dos meus sentidos!

Fonte: Gnosisonline

12 de fevereiro de 2008

A emergência médica pré-hospitalar!!!

Situação de emergência
Alertar os serviços competentes, o que em Portugal, à semelhança dos países da UE, é feito através do número 112. Esta chamada é gratuita.

Informar o 112, de forma simples e clara:
- O tipo de situação (doença, acidente, etc);
- O número de telefone do qual está a ligar;
- A localização exacta e, sempre que possível, pontos de referência;
- O número, o sexo e a idade aparente das pessoas a necessitar de socorro;
- As queixas principais e as alterações que observa;
- Informar de outros perigos (libertação de gases, perigo de incêndio, etc. )

Intoxicação ou envenenamento
Nestes casos, telefone para o Centro de Informação Anti-Venenos (CIAV) do INEM: 808 250 143 (24 horas). Procure ter informação que possa ajudar o CIAV a identificar a situação como o produto, quantidade usada, hora provável do uso.


Instituto Nacional de Emergência Médica - INEM
É o organismo do Ministério da Saúde responsável por coordenar o funcionamento, no território de Portugal Continental, de um Sistema Integrado de Emergência Médica, de forma a garantir aos sinistrados ou vítimas de doença súbita a pronta e correcta prestação de cuidados de saúde.

Centro de Informação Anti-venenos - CIAV
É um centro médico de informação toxicológica. Presta informações referentes ao diagnóstico, quadro clínico, toxicidade, terapêutica e prognóstico da exposição a tóxicos - humanas e animais - e de intoxicações agudas ou crónicas. Fornece esclarecimentos sobre efeitos secundários dos medicamentos, substâncias cancerígenas, mutagénicas e teratogénicas.

Centro de Orientação de Doentes Urgentes - CODU
É o elo da cadeia de socorro para onde são encaminhados os pedidos recebidos através do Número Nacional de Socorro - 112 - na área da emergência médica. O seu funcionamento é assegurado em permanência por médicos e operadores de central com formação específica para efectuar o atendimento, triagem, aconselhamento de pré-socorro e selecção e accionamento dos meios de socorro mais adequados a cada ocorrência, preparando a recepção hospitalar dos doentes.
...

Fonte: Portal de Saúde

10 de janeiro de 2008

Bastam pequenos gestos para viver mais 14 anos!!!

Conquistar mais 14 anos de vida depende, simplesmente, de comer mais sopa e fruta, de beber moderadamente, andar a pé e não fumar. A conclusão é de um estudo que quase nada proíbe, sugerindo antes pequenas mudanças no quoditiano, publicado,no "Public Library of Science Medicine" (PLos), que envolveu e monitorizou 20 mil pessoas por um período superior a 10 anos."

Bastam estes simples passos para vivermos para sempre:

  • Primeiro, temos um clima bom que nos permite alguma mobilidade, isto é, exercício físico, como andar a pé, sem gastar dinheiro;
  • Depois porque a alimentação tradicional portuguesa é rica em hortículas e frutas e qualquer pessoa aqui, ao contrário de noutros países, sabe fazer uma boa sopa.
  • Depois, até se pode beber um copo de vinho, mas só um.
  • A única proibição é o tabaco!!! Porque será???!!!


Estas pequenas alterações podem fazer toda a diferença. Os peritos que integraram o estudo - feito pela Universidade de Cambridge e pelo Conselho de Investigação Médica no condado de Norfolk, no Oeste de Inglaterra, entre 1993 e 2006 - descobriram que quem não mantinha hábitos saudáveis tinha quatro vezes mais possibilidades de morrer relativamente a quem levava uma vida sã. Os participantes tinham idades compreendidas entre os 45 e os 79 anos e não tinham nem cancro nem problemas cardíacos.

Os investigadores perceberam, de facto, que quem não fumavam, comia melhor, bebia menos e praticava mais exercício apresentou menores possibilidades de morrer, durante o período de tempo estudado. Kay-Tee Khaw, o professor que liderou o estudo, afirmou que esta "foi a primeira vez que todas estas categorias foram analisadas em conjunto". O estudo concluiu, ainda que a classe social e a massa corporal não têm influência na longevidade.

"Isto significa que uma grande parte da população pode realmente sentir os benefícios na saúde através de mudanças moderadas", realçam os peritos.

Fonte: Jornal de Notícias